quarta-feira, 7 de julho de 2010

Confissão comunitária

"A maioria de nós tem uma preferência, aqui. As melhores orações de confissão tendem ao que é antigo e familiar. As palavras nos encontram a cada semana, nos tomam pela mão e nos guiam ao trono da misericórdia. Deixados por conta própria, a maioria de nós não iria a lugar algum. Nós iríamos enrolar, nos perder e usar doses generosas do tão evangélico "ó Pai", e fazer uma oração, no geral, nada memorável. (Exceto naquelas raras ocasiões em que nós realmente estamos sentindo profundamente a nossa própria pecaminosidade).

Na maioria dos cultos, nós precisamos que a liturgia faça por nós aquilo que nós somos preguiçosos demais e cheios de má-vontade, para fazer. Reclamem sobre a espontaneidade o quanto quiserem, as orações do Livro de Oração Comum são professores memoravelmente úteis. Eles não fingem ser nada mais, nada menos, que o puro roteiro da nossa situação. Não há nenhuma mágica nisso. Elas simplesmente cobrem o que significa ser um pecador."


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